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Saem as câmaras de bronzeamento artificial e entram (com mais força) os AUTOBRONZEADORES
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BELEZA |
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Texto de Marcela Rodrigues Edição/produção: Andréa Foroni
No mês passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de câmaras de bronzeamento artificial com fins estéticos. É que um estudo da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), ligado à instituição, indicou que a prática aumenta em 75% o risco do desenvolvimento de melanoma em pessoas que se submetem ao procedimento até os 35 anos de idade. Além disso, constatou-se que os equipamentos têm sido utilizados sem controle. Adeptas do bronzeado durante todo ano, quase que permanente, se revoltaram. Mas, no meio de toda a polêmica, os autobronzeadores entram em cena para garantir o bronze longe do sol, mas com segurança.
São produtos que contém uma substância chamada dihidroxiacetona, que reagem com a camada córnea (mais superficial) da pele, escurecendo-a sem prejudicá-la. “Existem muitas marcas eficientes no mercado. Mas vale lembrar que o bronzeado obtido com o uso dos autobronzeadores não confere nenhuma proteção extra à pele, por isso filtro solar não deve ser dispensado quando houver exposição solar”, alerta a dermatologista Carla Albuquerque, de São Paulo.
Os produtos aparecem em diversos tipos. Os de creme são mais hidratantes (indicado para peles normais a secas), o gel é mais leve (indicado para peles oleosas e mistas) e o spray é mais prático para aplicar. “No entanto, o que determina a eficiência do autobronzeador é a concentração dos ativos, em especial, a dihidroxiacetona”, diz a dermatologista. |